Já diz o ditado: saúde não tem preço. Mas, apesar de ser a pura verdade, o fato é que os cuidados com ela tem seu custo, o que não poderia ser diferente com planos de saúde – benefício mais valorizado pelos empregados depois do salário.

As empresas também enxergam no serviço uma garantia de tranquilidade (além de maior produtividade). No entanto, em tempos de restrições orçamentárias, muitas organizações acabam optando pela troca do plano, redução dos benefícios ou aumento da fatia paga pelos empregados.

De fato, existem muitas alternativas e todos têm que buscar soluções. Mas os gestores, antes de buscar soluções radicais, devem entender que existem diversos fatores que encarecem o serviço, e que muito pode ser feito para controlá-los, reduzindo assim os custos.

Pesquisa indica alguns vilões

Recentemente, a Advance Medical, líder global em segunda opinião médica, realizou uma pesquisa com 180 mil beneficiários de empresas nacionais e multinacionais que atuam no país.

O levantamento mostrou que as especialidades clínicas que mais pesam no bolso das empresas são a ortopedia e a oncologia, ramos que responderam juntos por 33% do total de gastos com saúde privada em 2016. E mais: 20% dos casos, geralmente os mais graves, representaram 80% dos custos!

A partir da análise desses dados, podemos refletir para tentar entender o que eles nos dizem, e assim chegar a algumas questões.

  • Porque se gasta tanto com especialidades que geralmente são acionadas quando há uma lesão ou uma doença mais séria?
  • Porque não se consegue diminuir o número de casos tão graves, que representam tanto sofrimento para as famílias e custos para as empresas?

Uma hipótese tem a ver com a cultura brasileira. Em geral, as pessoas não tem o hábito de frequentar um médico regularmente, recorrendo aos serviços apenas em situações de emergência, quando muitas vezes determinadas doenças já estão instaladas.

O próprio levantamento confirma isso. Segundo dados da pesquisa, o que também tem pesado no bolso das organizações são idas desnecessárias ao pronto socorro, diagnósticos tardios, além de tratamentos redundantes que só agravam o cenário.

A importância da prevenção

Investir na prevenção é, portanto, o melhor caminho para uma vida saudável (e para o controle de custos).

A prevenção é realmente um hábito que merece muita atenção. The Lucky Years, livro recente do médico e pesquisador americano David B. Agus, aponta de modo forte e incisivo que ela está fortemente relacionada com a cura de doenças.

O autor defende a ideia de que na sociedade moderna todos os cidadãos precisam se envolver, adotar hábitos saudáveis e praticar atividades que evitam doenças controláveis.

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Em outras palavras, que não existe melhor tratamento para o indivíduo do que tomar as rédeas da sua vida, cuidando-se física e mentalmente.

Como investir em prevenção

Infelizmente, na maioria das vezes, as pessoas não conseguem sair do sedentarismo e modificar seus hábitos por si. Por isso, os governos, de uma maneira mais ampla, e empresas, quando o foco são os empregados, acabam tendo um papel fundamental na promoção da saúde da população.

No caso das organizações, uma alternativa bastante utilizada e a adoção de programas de saúde que englobam academia, ginástica laboral, palestras etc. Essas iniciativas podem até trazer excelentes resultados em alguns casos, mas não podem ser vistas isoladamente como soluções definitivas.

Ao contrário do que muitos pensam, elas nem sempre impactam realmente na saúde dos funcionários. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), por exemplo, revelou que a maioria das empresas brasileiras afirmou ter programas de incentivo à prática de esporte, mas que 70% de seus empregados eram sedentários.

A solução para atingir resultados, portanto, não é adotar soluções isoladas, sem objetivos específicos.

Gestão é a palavra-chave: especialistas indicam que as empresas precisam organizar os dados de gastos com planos de saúde, identificando os indicadores que estão mais afetando a produtividade (como taxa de absenteísmo, por exemplo), para então elaborar planos de ação que visem diminuí-los.

Comunicação também é fundamental: outro ponto muito importante é investir maciçamente em comunicação de qualidade, buscando engajar funcionários, mostrando os benefícios das ações que serão tomadas, tornando a saúde um assunto recorrente e instigante.

Dica: conheça alguns casos em que a gestão fez a diferença nesta reportagem da revista Exame.

Pequenas ações também fazem a diferença

Os funcionários talvez não saibam, mas eles podem contribuir muito sem precisar despender nem um real. Isso porque, por meio de pequenas atitudes é possível diminuir a taxa de utilização do plano de saúde, um dos fatores levados em contado para o seu reajuste.

Aqui no blog, já tratamos especificamente de tais medidas. Saiba quais são e como implantá-las no post: Uso consciente do plano de saúde gera economia para as empresas.

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