As dores de dente podem ser efeito da falta de cuidado com a saúde bucal. Por vezes, a pessoa não teve uma orientação correta quando criança ou, então, simplesmente não seguia as recomendações dos pais quando o assunto era fazer a escovação após as refeições.

Mais tarde, as consequências de uma higiene bucal não eficiente ou até inexistente vêm à tona e o indivíduo precisa lidar com a aquela sensação ruim de latejamento na boca, a qual pode impedi-lo de comer, de dormir e, até mesmo, de trabalhar.

A situação pode ser desesperadora quando a pessoa não tem um plano odontológico e precisa esperar por horas ou até dias para ter atendimento no serviço público.

Diante dessa realidade, você já parou para pensar nos impactos que as dores de dente causam na qualidade de vida e na produtividade dos trabalhadores? Continue a nos acompanhar e conheça esses reflexos!

Como as dores de dente atrapalham a qualidade de vida do colaborador?

O desconforto e o incômodo causados por dores de dente afetam consideravelmente a qualidade de vida de um profissional. Conforme o nível da sensação, a pessoa pode simplesmente não conseguir realizar mais qualquer tarefa até que esse problema seja aliviado ou solucionado de vez.

Caso ainda consiga suportar a dor, o indivíduo tende a ficar estressado e a ser impaciente com quem esteja ao redor dele. Por vezes, a pessoa até toma algum analgésico para aliviar as dores de dente, mas tais medicamentos se tornam paliativos quando nenhum tratamento odontológico é realizado.

Com o passar do tempo, a qualidade de vida do empregado cai de forma drástica, já que ele passa a ter dificuldades para dormir e, por isso, não descansa direito. Tal situação pode levar à queda da imunidade e, até mesmo, ao surgimento de outras doenças.

Como não podia ser diferente, as dores de dente não só atrapalham a qualidade de vida do colaborador como também o desempenho dele no trabalho. Vejamos mais a respeito disso em seguida.

Quais os impactos das dores de dente na produtividade do trabalho?

O ser humano não consegue simplesmente desligar uma chave e fazer com que um aspecto de uma área da vida não gere influências em outra. Por isso, se a pessoa está doente, isso afeta não só a saúde física e psicológica, como também o desempenho no trabalho.

Com problemas na saúde bucal, o colaborador tende a produzir pouco e a exercer as tarefas com mais chances de erros, o que pode ocasionar retrabalhos mais tarde para corrigir eventuais falhas. Além disso, a pessoa pode ficar irritada e piorar o clima organizacional, já que a “tolerância zero” pode ser a porta de entrada para conflitos entre os funcionários.

Como as dores de dente fazem as pessoas só pensarem nesse problema, é comum os pacientes não prestarem tanta atenção nos detalhes do dia a dia do emprego. Com isso, ocorre o chamado fenômeno do presenteísmo, em que a pessoa está no posto de trabalho, mas a mente está distante. Logo, o desempenho do funcionário fica bastante prejudicado.

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Mais cedo ou mais tarde, o colaborador vai ter que buscar um tratamento odontológico. Então, caso precise remover algum dente, é possível que ele fique vários dias fora do trabalho com atestado.

Se as funções do funcionário ausente forem decisivas para a continuação das tarefas de outros colaboradores, existe a possibilidade de os resultados de toda a empresa ficarem comprometidos. Assim, as dores de dente de apenas um membro da equipe podem prejudicar o desempenho do negócio inteiro.

E como evitar essa situação, você pode estar se perguntando? Fique conosco mais um pouco e confira a resposta.

Como a empresa pode contribuir com a saúde bucal do colaborador?

A prevenção é a solução mais adequada para evitar dores de dente. Ao cuidar da saúde bucal, o funcionário evita problemas na arcada dentária. É verdade, porém, que se a pessoa não teve um histórico de escovação regular e com produtos de boa qualidade, ela terá que buscar um tratamento dental para corrigir os danos causados pela falta de higiene adequada.

Como esse tipo de serviço nem sempre é fácil de ser encontrado no setor público, o trabalhador pode deixar de procurar uma alternativa e conviver com o problema por muito tempo.

Para evitar as consequências de dores de dente na produtividade do trabalho, a empresa pode atuar como promotora da qualidade de vida do colaborador. Para tanto, ela pode oferecer um plano odontológico para os funcionários.

Com isso, os membros da equipe podem realizar tratamentos preventivos e curativos, de modo a não terem mais dores de dente. Dessa maneira, o desempenho dos profissionais no trabalho não fica prejudicado por possíveis emergências ligadas à falta de saúde bucal. Assim, a empresa não sofre quedas na produtividade devido ao presenteísmo e às faltas dos trabalhadores com atestado.

Além disso, ao disponibilizarem plano odontológico para os funcionários, as empresas demonstram que se preocupam com a saúde dos empregados. Como contrapartida, os colaboradores tendem a se sentir mais motivados a dar o melhor para o negócio, não só como forma de retribuição pelo benefício como também para preservar um bom emprego.

Como você pode perceber, as dores de dente são problemas que não afetam somente a vida pessoal do trabalhador, mas a produtividade dele na empresa. Nesse sentido, o empresário não pode fechar os olhos para essa realidade, já que geralmente também sofre as consequências indiretas da falta de saúde bucal dos colaboradores.

Ao atuar como parceira da qualidade de vida dos funcionários, a empresa passa a colher os benefícios dessa escolha, uma vez que a equipe tende a se mostrar mais disposta para realizar as tarefas com a performance esperada.

De modo contrário, quando acredita que a saúde bucal é algo que só tem a ver com as decisões de cada empregado, o empreendimento fica à mercê da boa vontade do trabalhador em buscar tratamento odontológico. Por vezes, a pessoa até quer se consultar com o dentista, mas não tem condições financeiras de fazer isso. Então, acaba por sofrer dores de dente e, possivelmente, falta ao trabalho por causa dessa situação.

Você quer saber mais como promover o bem-estar dos seus empregados? Leia também o post “Benefícios aos colaboradores: como melhorar a qualidade de vida?”!

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