Versão elétrica ou convencional? Cerdas macias ou duras? Tire suas dúvidas neste artigo.

A cena é comum: o consumidor vai à farmácia em busca de uma escova de dente, encontra dezenas de opções e fica na dúvida sobre qual escolher.

À sua frente, vê produtos de diversas marcas e de todo tipo: com cerdas duras, macias e arredondadas, com a cabeça arredondada e com limpadores de línguas. Com tantas opções, é claro, fica difícil escolher.

Neste artigo, reunimos algumas informações que podem ajudar você a simplificar este processo e a escolher sua próxima escova de dente. Mas, antes, é interessante você entender um pouco mais sobre este produto.

A escova de dente

Escovar os dentes é um costume muito antigo. Há relatos de que povos remotos esfregavam galhos nos dentes para limpá-los. A primeira escova que se tem notícia foi criada na China, em 1498, com cerdas feitas com pelos de porco.

As escovas de nylon, usadas por todos nós atualmente, tem uma origem bem mais recente. Ela foi registrada em 1938 e a partir daí ganhou o mundo.

Como ela funciona: associada ao creme dental, a escova promove a limpeza e a proteção dos dentes. Seu principal papel neste processo é desestruturar e quebrar, de forma mecânica, a placa bacteriana que se adere à superfície dental.

Qual a melhor escova de dente?

A escova ideal para dentes naturais deve ser macia ou extra macia porque, para uma boa escovação dental, é necessário escovar as gengivas, e escovas duras, além de machucarem a gengiva, podem desgastar os dentes, provocando sensibilidade e retração gengival, que pode afetar a estética do sorriso e também provocar dor.

A escova deve ter a cabeça pequena para poder alcançar todas as áreas da boca com a mesma eficiência, inclusive os dentes posteriores. O cabo da escova precisa fornecer uma boa empunhadura, que garanta a correta execução dos movimentos. Escovas com formatos anatômicos, que facilitam a pegada, costumam ser bem confortáveis. Já as cerdas médias e duras, por exemplo, são comumente indicadas na higienização de próteses removíveis.

Escovas elétricas ou convencionais:

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Normalmente as escovas elétricas têm sido indicadas a pacientes especiais que tenham algum tipo de dificuldade motora para fazer uso da escova comum e especialmente a pacientes geriátricos que tenham alto risco às cáries radiculares e também à doença periodontal. O uso da escova elétrica nesses casos serve de estímulo para que o paciente mantenha sua saúde bucal mesmo tendo dificuldades motoras. Quando forem indicadas, é importante salientar que as escovas sejam macias ou extra macias e, se possível, que tenham movimento elíptico durante o seu uso.

Com ou sem limpadores de língua: pela característica rugosa da superfície da língua, bactérias e restos alimentares costumam se depositar nela, influenciando o surgimento de problemas infecciosos e o desenvolvimento do indesejável mau hálito. Limpar a língua diariamente, portanto, é um hábito muito saudável. Você pode fazer a limpeza com escovas que contêm limpadores com pontos de borracha ou usar um raspador de língua, que também é muito eficaz.

Importante: no caso de escovas com limpadores, você precisará de uma escova extra, reservada apenas para a higienização destes limpadores.

Consulte sempre seu dentista

Todas as informações contidas neste artigo são úteis para a sua escolha. O mais importante, porém, é ter o hábito de escovar os dentes e usar o fio dental regularmente, além de realizar consultas periódicas com o seu dentista, profissional responsável por acompanhar sua saúde bucal.

Saiba mais

Blog TePe

Portal minhavida.com

Blog Colgate

Wikipedia

Portal GNT: a importância de escovar a língua

Portal Saúde Abril: a eficiência das escovas elétricas

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