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Notícias do Mercado Saúde

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Como funciona a coparticipação em planos de saúde

Quando pessoas físicas ou empresas buscam planos de saúde, além de avaliar itens como preço e cobertura, podem optar por um plano com coparticipação – quando a mensalidade é um pouco mais barata, se comparada a um plano sem coparticipação, mas os beneficiários pagam parte do valor quando utilizam o plano. Este modelo ainda não é familiar a todos, e optar por ele requer conhecimentos básicos sobre seu funcionamento e em quais situações ele é mais vantajoso. Entenda a coparticipação Trata-se de um modelo regulamentado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em que os beneficiários ou estipulantes, , ficam responsáveis por pagar parte da despesa assistencial diretamente à operadora, após a realização do procedimento pelo beneficiário. A contrapartida oferecida pelas operadoras é a redução do preço da mensalidade. A coparticipação não deve ser confundida com contribuição. O beneficiário será considerado contributário quando contribuir para custear parte ou integralmente a mensalidade de seu plano…

ANS disponibiliza ferramenta de busca de planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar lançou recentemente uma nova ferramenta que facilita as buscas de informações sobre planos de saúde. Agora, clientes e interessados em adquirir um plano terão uma consulta online detalhada de todos os produtos disponíveis no mercado no portal da ANS. Para acessar a ferramenta, escolha a opção ‘Consultar Dados e Planos da Operadora’, no menu ‘Informações e Avaliações de Operadoras‘, disponível em ‘Planos e Operadoras’ da página principal da ANS. O usuário pode realizar a consulta de duas formas: por Operadora ou por Plano. Veja a seguir como funciona a busca: Buscando por operadora: Na consulta por operadora, o usuário utiliza o CNPJ, nome fantasia, número de registro ou razão social. Caso não possua nenhuma dessas informações, o usuário pode fazer a pesquisa na lista completa de todas as operadoras de saúde ativas no mercado. Clicando no número de registro da operadora, você vê mais…

Como funciona a portabilidade de carência nos planos de saúde?

A portabilidade é um dos principais ganhos do consumidor brasileiro nos últimos anos. Com ela, as pessoas passaram a ter muito mais benefícios ao trocar, por exemplo, sua operadora de telefonia, seu prestador de serviços financeiros ou seu plano de saúde. No caso do setor de saúde suplementar, o principal benefício da portabilidade é a possibilidade de adquirir um novo plano de saúde e não precisar cumprir novos períodos de carência ou de cobertura parcial temporária, já que ambos já foram cumpridos no plano anterior. Conheça as regras de carência A este processo dá-se o nome de portabilidade de carência, e para que este direito possa ser exercido é preciso cumprir alguns requisitos. Conheça abaixo quais são eles e como se aplicam aos diferentes tipos de planos de saúde. Há quanto tempo preciso ter um plano para ter direito à portabilidade de carência? Conforme disposto na Resolução Normativa da ANS, nº 186, para a primeira portabilidade…

Entenda como funcionam os planos odontológicos

Nas últimas décadas houve um grande aumento na procura por planos odontológicos no Brasil. Um dos principais motivos são os custos mais baixos em consultas e exames que este tipo de convênio proporciona. O crescimento da demanda também trouxe para o consumidor mais opções de planos, e entender melhor sobre este produto é fundamental para contratá-lo ou usá-lo da maneira correta. O que são e como funcionam os planos odontológicos? O funcionamento é similar ao de um plano de saúde comum. Mediante o pagamento de uma mensalidade são contratados os serviços de uma operadora de saúde, que tem uma rede credenciada de consultórios, laboratórios e profissionais. Dependendo da cobertura contratada, o plano dá direito a um conjunto de tratamentos odontológicos, dos mais simples aos mais complexos. Por que contratar um plano odontológico? Primeiramente, porque os custos para consultas e exames são menores se comparados aos pagos a particulares. Isso estimula as visitas…

O uso consciente do plano de saúde gera economia para as empresas

Talvez você não saiba, mas todo plano de saúde empresarial é um seguro coletivo. Ou seja, quando um beneficiário precisa usar, todos os outros participantes também estão pagando. Por isso o uso consciente deste tipo de plano beneficia todo mundo – e pode até diminuir os reajustes das mensalidades! Entre os maiores vilões do uso indiscriminado dos planos, e da perda de tempo dos usuários, estão a repetição desnecessária de exames, a ida sem necessidade a prontos-socorros e a consulta com diversos médicos. Se você é usuário de um plano de saúde empresarial, confira abaixo dicas valiosas para usá-lo corretamente. Se você trabalha com recursos humanos, não deixe de compartilhá-las com sua empresa. Consultas médicas: Quem procurar: se estiver na dúvida sobre a especialidade médica mais adequada para tratar os seus sintomas, procure um Clínico Geral. Ele poderá indicar um especialista correto caso necessário. E mais: segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), ele…

Fui desligado ou me aposentei da empresa. Posso continuar com o Plano?

A resposta à pegunta do título é sim! Se você foi demitido ou exonerado sem justa causa ou se aposentou, você tem direito a manter seu Plano de Saúde Empresarial, mas com algumas condições. Em janeiro deste ano, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) lançou uma cartilha sobre assunto. Essa cartilha traz informações relevantes ao beneficiário de plano coletivo sobre o direito previsto na Lei dos Planos de Saúde (nº 9.656, de 1998), pelo artigo 30, que foi regulamentado pela Resolução Normativa nº 279, de 2011, da própria ANS. Nos casos de pedido de demissão ou demissão por justa causa, a lei não se aplica. Abaixo listamos alguns pontos importantes sobre a cartilha e o artigo 30 da Lei dos Planos de Saúde. Quando o direito deve ser revindicado? Segundo a ANS, “O beneficiário de plano de saúde coletivo empresarial demitido ou exonerado sem justa causa ou que decidiu se aposentar TEM DIREITO a manter o plano de saúde oferecido pela empresa se contribuiu…

Plano de saúde ou seguro saúde? Quais as diferenças?

Seguro saúde e plano de saúde, aos olhos da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) são a mesma coisa, ambos são “plano privado de assistência à saúde”, porém existem algumas peculiaridades na prática, principalmente operacionais. Identificamos duas principais diferenças, que podem influenciar na hora da escolha: Operadoras de planos de saúde podem administrar hospitais próprios, clínicas e cooperativas de médicos. Já as seguradoras apenas podem trabalhar com os profissionais da área de saúde. Os beneficiários de seguro saúde podem escolher médicos, clinicas e hospitais não conveniados, fazendo consultas particulares e obtendo reembolso, já os clientes de planos de saúde não podem. Um revés desta prática é que dependendo do plano de seguro que você opta, este reembolso pode ser muito menor que o valor total da consulta ou exame. Em resumo: o seguro traz flexibilidade de escolha em atendimento e o plano de saúde traz garantias em hospitais e clinicas próprios, mas ambos prezam pelo bom atendimento.…

Atendimentos de urgência e emergência são mais diferentes do que você imagina

Se você já foi a um pronto-socorro com certeza já viu placas afixadas com os nomes Emergência e Urgência. Em muitos destes locais, inclusive, estão expostos também os critérios para o atendimento dos pacientes: e as emergências e urgências estão sempre no topo das prioridades dos médicos! Mas você sabe a diferença entre estes tipos de atendimento? E qual é priorizado pelos médicos? Se você não tem a menor ideia, não se preocupe. Esta é uma dúvida muito comum. O significado destas palavras é muito parecido mesmo. Mas, para a medicina, os termos precisam ser diferenciados de forma clara. Só assim podem ser definidos com segurança os critérios para o encaminhamento dos pacientes. Conheça as diferenças Emergência: geralmente são ocorrências graves, imprevistos ou situações críticas que exigem cirurgia ou intervenção médica imediata. O risco de vida é iminente. Exemplos: parada cardiorrespiratória, hemorragias intensas, infartos, crises convulsivas etc. Urgência: são os casos que não…

Imposto de Renda, Plano de Saúde e as dúvidas na hora da declaração

Despesas com Plano de Saúde podem e devem ser informadas na sua declaração de Imposto de Renda. E para fazer a dedução, basta usar o modelo completo. Mas para ser apto à dedução de despesas, o plano de saúde precisa ser somente do declarante ou, se for familiar, os beneficiários também devem ser incluídos como dependentes na declaração. No caso de planos empresariais, só pode abater os valores pagos pelo funcionário, ou seja, os reembolsos. Mas atenção: deslizes e esquecimentos podem levá-lo à cair na malha fina! Para evitar esse transtorno e ajudar na melhor forma de fazer essa inclusão, seguem algumas dicas e boa práticas de Declaração de Imposto de Renda. Como preencher Este tipo de despesa deve ser lançada no quadro Pagamentos Efetuados, com o código 26 – Planos de Saúde no Brasil. O declarante informará o nome e CNPJ da operadora do plano, o valor pago no ano e o valor reembolsado, se houver.…

A Golden Cross apoia o parto adequado

O parto é um momento muito especial, que marca uma transição na vida da mulher e da família e representa o primeiro encontro com o bebê. Parto: um momento para ser vivenciado plenamente O final da gestação, entre a 37ª e a 42ª semanas, também é fundamental para a completa formação do bebê dentro do útero. Ao passar por esta etapa, após o parto ele se adapta com mais facilidade e tranquilidade ao mundo exterior, física e mentalmente. Muitos recém-nascidos acabam sofrendo de problemas respiratórios devido à cesáreas agendadas e realizadas antes do início do trabalho de parto, quando o bebê ainda não está pronto para nascer. A cesárea agendada pode aumentar a probabilidade de o recém-nascido ter algumas complicações – como problemas respiratórios agudos e outras morbidades neonatais – em relação àqueles nascidos com 39 semanas ou mais. Em consequência, aumentam também as chances de internação em uma UTI…